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1 - GESSO E IMOBILIZAÇÃO: Coisas
do passado.
Foi-se o tempo em que o osso fraturado era
sinônimo imediato de gesso, imobilização e dependência para realizar as
tarefas mais prosaicas. Hoje, os ortopedistas preferem manter o paciente apenas
parcialmente imóvel para evitar o risco de infecções e facilitar a recuperação
dos movimentos.
Com o avanço das diversas técnicas, os
ortopedistas tem considerado a possibilidade, em determinados tipos de lesões
nos ossos, de manter o paciente, apenas, parcialmente imobilizado. Em alguns
casos, a imobilização chega a ser até descartada e o paciente vai direto para
a cirurgia.
Prova maior desta superação, é a desativação,
há pouco tempo, da linha de produção de gesso da multinacional Johnson &
Johnson.
2 - O QUE HÁ PARA SUBSTITUÍ-LO?
Para substituir com vantagem o gesso em
fraturas simples, tem crescido entre os ortopedistas a prescrição de braces(talas),
uma peça confeccionada em lona, velcro, neoprene e outros materiais que se
adapta ao membro fraturado. O próprio doente tira o brace (talas) quando vai
tomar banho e quando tem que se exercitar. O brace vem ganhando terreno
pela praticidade que inspira, afirma o ortopedista Dr. Roberto Atílio Santim, médico
do Hospital Osvaldo Cruz e professor da Santa Casa (SP).
Ainda segundo o médico Dr. Marco Amatuzzi,
professor da Faculdade de Medicina da USP e chefe do corpo clínico do Instituto
de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas, os braces(talas) são
indicados para a maior parte das fraturas estáveis (sem desvio). Houve um tempo
em que os braces(talas) tinham de ser importados. Hoje em dia, segundo o médico
do H.C., existem similares nacionais de muito boa qualidade.
3 - OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
Dependendo da fratura, a pessoa vai direto
para a sala de cirurgia para que a recuperação seja rápida e sem problemas.
Casos mais graves, pedem ainda cirurgias para reconstituir ossos - procedimentos
extremamente delicados que quase nunca são realizados em uma única etapa. Além
das próteses, o osso natural também vem ganhando outros similares substitutos,
como materiais de origem sintética. Mesmo assim, sua utilização tem sido
cautelosa.
Para tais casos é importante observar que,
abreviar o tempo de cama é essencial para que o doente recupere com facilidade
seus movimentos. Essa medida também contribui para a prevenção de infecções
pulmonares, muito comuns em idosos hospitalizados por contas de quedas. A ordem
hoje é movimentar-se, sair logo da cama.
4 - COMENTÁRIOS FINAIS.
Ainda a melhor forma de tratamento é aquela
sob orientação de médicos, fisioterapeutas e profissionais de reabilitação
em geral. Só estes estão aptos para indicar e prescrever o tratamento adequado
a cada paciente.
Os referidos braces, são
produzidos e comercializadas por MARIMAR.
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