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Escala Neurológica de Glasgow
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Escala de coma de Glasgow ( ECG )
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Valores
considerados normais na escala de Glasgow (ECG)
01 à 06 Meses - 09
06 à 12 Meses - 11
01 à 02 Anos - 12
02 à 05 Anos - 13
Maior que 05 Anos -
14
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1)
Avaliação neurológica – foi estabelecida mundialmente a sigla A – V – D –
I
A – Alerta ( vítima consciente )
V – Resposta ao estimulo verbal ( inconsciente, mas
reage ao estimulo verbal )
D – Resposta ao estimulo da dor ( não reage a VOZ,
reage a dor )
I – Sem resposta ( sem nenhuma reação)
2)
Escala coma Glasgow (ECG) – ( Formulário Fácil para Avaliação )
SHAPE
\* MERGEFORMAT 
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Adulto
De 06 anos à fase adulta |
Pediátrico
De 01 ano e 01 dia à 05 ano e 11 meses
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Neonatal
De 01 Dia à 01 Ano
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Abertura
Olhos |
Resposta
Verbal |
Resposta
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Pontuação Das Fases |
Abertura
Olhos |
Resposta Verbal Sorriso |
Resposta |
Pontuação Das Fases |
Abertura
Olhos |
Resposta
Verbal |
Resposta
Sorriso |
Pontuação Das Fases |
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5 |
----
// ----- |
Orientação |
Obedece a Orientação |
|
----
// ---- |
Frases |
Obedece a Orientação |
|
---
// ---- |
Atende a Chamada |
Responde quer mexer |
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4 |
Espontânea |
Confuso |
Localiza a Dor |
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Espontânea |
Confuso Agitação |
Localiza a Dor |
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Espontânea |
Confuso Agitação |
Localiza a Dor |
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3 |
Ao Comando da voz |
Palavras
sem nexo |
Flexão
Da dor |
|
Ao comando da voz |
Frases sem Nexo |
Flexão
da dor |
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Só
gritando atende |
Choro |
Flexão
Da Dor |
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2 |
Estimula a Dor |
Sons Incompreensíveis |
Extensão a dor |
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Estimula a Dor |
Sons Incompreensíveis |
Extensão da dor |
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Estimula a dor - Chora |
Gemidos |
Extensão da Dor |
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1 |
Sem Resposta |
Sem
Resposta |
Sem Resposta |
|
Sem
Resposta |
Sem Resposta |
Sem Resposta |
|
Sem Resposta |
Sem Resposta |
Sem Resposta |
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Soma Base Escalar
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Soma Base Escalar
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Soma Base Escalar
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Pontuação das fases Adulto / criança /
neonatal
EGC: 15
-------------------- Consciente
EGC: 13 – 14
-------------- Trauma leve
EGC: 11 – 12 -------------- Trauma Médio
EGC: 9 – 10
----------------Trauma Profundo
EGC: 7 – 8
----------------- Coma Superficial
EGC: 5 – 6
----------------- Coma Moderado
EGC: 3 – 4 ----------------- Coma Profundo
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Possibilidade de sobrevivência para valores da soma dos resultados de
Trauma.
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Soma de Traumas
( RTS – 12) |
Possibilidade de sobrevivência
em porcentagem |
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08 |
98,8 |
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07 |
96,9 |
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06 |
91,9 |
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05 |
80,7 |
|
04 |
60,5 |
|
03 |
36,1 |
|
02 |
17,2 |
|
01 |
7,1 |
|
0 |
2,7 |
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Abertura pupilar e lanterna
clínica da Marimar com

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PROCURE SEMPRE TER A
MÃO, A RÉGUA PLÁSTICA MARIMAR, COM GRAVAÇÃO DA ESCALA DE COMA DE GLASGOW (ECG).
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Base Escalar ECG
13 – 15 |
Pressão Arterial sistolica (MMHG)
> 89 |
Freqüência Respiratória
10 – 29 |
Valor para Acrescer na ECG
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09 - 12 |
70 - 89 |
> 29 |
4 |
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06 - 08 |
50 - 70 |
6 - 9 |
3 |
|
04 - 05 |
01 - 49 |
1 - 5 |
2 |
|
3 |
0 |
0 |
0 |
OBSERVAÇÃO:
No exame das
pupilas do acidentado, estas reagem ( em situação normal) à exposição de luz,
adequando-se (contraindo ou expandindo a uma nova luminosidade ) quando usada a
lanterna clínica e a régua para exames das pupilas). Para uma melhor análise,
tape (feche) os olhos da vítima, deixando tapado (fechado) por alguns segundos.
Após destapar, observe:
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Resumo:
ISOCORIA –
Pupilas normais sem sinais de trauma cerebral.
ANISOCORIA –
Provável lesão no cérebro ( no lado inverso da pupila dilatada ).
MEDRÍASE –
Provável lesão em ambos os lados do cérebro – Morte cerebral.
MIOSE –
Provável choque Anafilatico ( Overdose, intoxicação grave, etc.
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·
Pupilas normais, que reagem a exposição à luz, chama – se Isocoria.
·
Uma
pupila normal e a outra dilatada e não reage – chama – se Anisocoria.
·
Ambas
as pupilas dilatadas – Medriase.
·
Ambas
as pupilas contraídas – Miose.
TRAUMAS E
POSSÍVEIS LESÕES EM COLISÕES DE VEÍCULOS
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1)Quando do Impacto frontal no Veículo. |
2)Do Impacto na lateral do Veiculo. |
3)Impacto na traseira do Veiculo.
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4)-Lesão pela não uso do cinto de
segurança. |
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1)-Lesão de
coluna cervical.
2)-Lesão de
Punho, cotovelo, quadril e joelho.
3)-Lesão de
tórax.
4)-Lesão de
joelho e do quadril baixo.
5)-Lesão de
choque e Compressão violenta Cardíaca.
6)-Pneumotórax
(PEP) Presença ou Gás na Cavidade plural por ruptura.
7)-Lesão de
fígado ou baço ou os dois.
8)-Transseção
de Aorta (Desaceleração do sistema circulatório) do arco da outra até
nível da 12°vértebra torácica. |
1)-Fratura na
coluna cervical.
2)-Lesão
lateral do tórax.
3)-Lesão
contra lateral do tórax.
4)-Pneumotórax
(presença de ar ou gás na cavidade plural por ruptura)
5)-Ruptura
diafragmática.
6)-Ruptura
Traumática da aorta
7)-Lesão no
baço ou fígado (Depende do lado impacto)
8)-Fratura de
Pélvis ou acetábulo. |
1)-Fratura de
coluna cervical.
2)-Lesão do
crânio.
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1)-Lesão de
Crânio, face e coluna cervical.
2)-Lesão
torácica abdominal
3)-Ejeção para
fora do veiculo. Neste caso dos traumas já citados, aumenta o padrão
além das lesões expondo a vítima um maior risco de morte pelo
agravamento de um grande número de outras lesões. |
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Nota importante:
Em acidentes
traumáticos, as estáticas provam que se não for tomados providências
adequadas nos acidentados:
50% Morrem na primeira hora por
traumatismo crânio – encefálico
30% Morrem na segunda hora do acidente
por hemorragia
20% Morrem na quarta hora do acidente
até uma semana depois, por infecções generalizadas. |

Régua plástica
Marimar com Escala de coma de Glasgow ( ECG )
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Cert. de
aprovação do Ministério da Saúde: Vigilância Sanitária (Estadual): n.º
02/0002616/01 e Federal n.º 1.03.616-7–Proc. 20687/97 – DOU 02/09/98 – Sócio
Efetivo da ABOTEC (Associação Brasileira de Ortopedia Técnica) n.º 248.
Dispensado de certificado de aprovação (C.A) e CRF (Certificado Registro
Fabricante) pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho.
Tel.: (11) 6884-6000 Tronco Chave
CNPJ do (MF) n.º 65.738.155/0001-75 - SP
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