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Curso de formação da Guarda
Municipal
O curso de Formação do
Agente Comunitário de Segurança da Guarda Municipal de Vitória,
construído em conjunto com os responsáveis pelo comando dessa
Guarda, segundo parâmetros e características indispensáveis ao
exercício da função e observando a Lei n° 6033/03 que criou a Guarda
Civil Municipal de Vitória, capacitou os Agentes a:
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Kadidja
Fernandes |
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Aula
teórica do curso de formação |
. Proteger os bens
públicos, municipais serviços e instalações
. Promover segurança nas escolas e imediações
. Colaborar com as autoridades da segurança pública
. Proferir palestras de orientação às comunidades
. Fazer rondas ostensivas em áreas determinadas
. Deter infratores e apresentar à autoridade competente
. Abordar pessoas com fundadas suspeitas
. Prestar assistência aos transeuntes
. Acionar autoridades competentes, de acordo com cada ocorrência
. Prestar segurança na realização de eventos públicos
. Prestar assistência à população em caso de calamidade pública
. Preservar local do crime
Comunicar-se:
. Conhecimentos
básicos do código nacional de trânsito
. Demonstrar fluência oral e escrita
. Redigir relatórios
. Preencher formulário
. Dialogar com usuário
. Saber utilizar os códigos da rede rádio.
Objetivo
Formação de profissional
com capacidade de realizar o policiamento ostensivo, preventivo,
uniformizado e armado, no âmbito de competência do Município de
Vitória, com base em técnicas modernas, científicas e humanitárias
para desenvolver a eficiência indispensável a esse tipo de
intervenção social.
Para tanto, o curso
proporcionou aos alunos:
. Experimentar
técnicas que auxiliem nos procedimentos de tomada de decisão e
resoluções de conflito, auxiliando na compreensão da diversidade
de cenários e na .atuação concernente às normas legais nacionais
e internacionais, notadamente as que se referem aos Direitos
Humanos;
. Concientizar-se de seu papel de cidadão responsável pela
segurança, orientação e proteção dos outros cidadãos;
. Desenvolver a compreensão para trabalhar em equipe,
exercitando as habilidades de relacionamento com outros órgãos
públicos nas atividades pertinentes para ações articuladas e
trabalho integrado nos limites e nas condições da legislação
vigente;
. Desenvolver capacidade operacional para exercer atividades de
orientação para prevenir e inibir atos delituosos que atentem
contra os bens e serviços e instalações municipais, priorizando
a segurança escolar;
. Propiciar o conhecimento da estrutura organizacional, sistemas
e métodos utilizados pela administração da atividade de
segurança, bem como os sistemas e métodos aplicados na
organização da guarda civil;
. Criar condições para desenvolver, de forma contínua, contato
mais direto com a comunidade, visando compreendê-Ia de forma
mais interativa e levando em conta os preceitos morais e éticos.
Currículo
Ao propor um currículo
integrado e interdisciplinar para a formação do Agente Comunitário
de Segurança, com base teórico-conceitual, inserida na visão
humanista libertadora, a prática educativa exigiu:
a) Desencadeá-la a
partir da relação teórica e prática, na lógica da construão de
conhecimentos individuais e coletivos, articulando saberes
diante de situações concretas da realidade social.
b) Acreditar que o trabalho pedagógico participativo é
propiciador da cons- trução de relações sociais solidárias
capazes de privilegiar o exercício da cooperação, da democracia
e da justiça social.
c) Superar a fragmentação dos conhecimentos, tendo uma visão
holística e heurística, inserida na proposta pedagógica de
interdisciplinaridade.
d) Implantar um processo dinâmico de ação e reflexão, que se
refaça no tempo, a partir da dinâmica de transformações críticas
permanentes.
e) Edificar o projeto pedagógico como prática social, delineando
uma identidade curricular própria do ACS, construídas com
intencionalidade e compromisso social em frente à missão
preventiva e comunitária que lhe é peculiar.
Neste sentido, a proposta
concebeu um Agente Comunitário de Segurança como sujeito do processo
e rejeitou identificá-lo como mero executor de um modelo imposto
qual receituário pronto, comprometendo-se a reconhecê-lo como
sujeito da construção coletiva e resgatar a identidade dessa
profissão. Pretendeu, ainda, propiciar atuação grupal como espaço
vivo de debates para pensar e repensar a prática, criar e recriar
conhecimentos, ver e rever pressupostos, descobrir e socializar os
desafios e as perspectivas de uma atuação que não só emancipe como
também indague e inquiete.
A tarefa proposta a esses
profissionais passou pela apropriação de pensar a própria prática,
teorizar sobre ela para decidir quais as atitudes mais adequadas e
provocar a ampliação de uma atuação mais eficaz, em que as relações
humanas sejam valorizadas e respeitadas em suas diferenças.
Avaliação
O processo avaliativo foi
desenvolvido durante todo o curso, a partir de instrumentos
indicados pelo instrutor(a) de cada componente curricular. No
início, foi aplicado um pré-teste, contendo 50 questões objetivas e,
ao término das 480 horas, um pós-teste. Os componentes curriculares
foram avaliados por módulos/disciplina, conforme previsto no
Regimento do Centro Universitário Vila Velha e na Resolução do CONSU
n° 005, de fevereiro de 2002.
Teve como objetivos o
diagnóstico das condições de conhecimento, domínio das técnicas,
habilidades, atitudes e hábitos e ainda atribuir a classificação de
O a 10 aos alunos, pautados nos critérios de pontualidade,
assiduidade, aproveitamento do conteúdo e participação em todo
processo da formação, coerente com o perfil profissional pretendido.
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