NAVEGAÇÃO


Resgate e

Remoções


Aeronáutica


Alturas e OFF-Shore

Salvatagem


Espaços Confinados


Bombeiros/ Militar e Civil


Defesa Civil - Resgate


Eletricitários / Resgate



Eng. e Téc.Seg.Trabalho

(Saúde Ocupacional)


Espaços Confinados


Exercito


Guarda Civil Municipal



Marinha


Pol. Militar/Fed.Resgate


Produtos para Resgates


SAMU


 

Ambulâncias e Veículos Especiais


Ambulâncias


Veículos Especiais



Reabilitação/

Ortopedia


Produtos p/ Reabilitação


Fisioterapia/RPG

Reabilitação



Fonoaudiologia

Geriatria e Reumatologia


Hospitais e Clinicas


Oncologia / Rad. / R.X.


Produtos para Psiquiatria


                                                                            

Guias para intubação traqueal

 

 

Os estiletes guias semi-rígidos foram desenvolvidos com a finalidade de auxiliar a intubação sob laringoscopia direta, ao direcionarem o TT para a traquéia.
 

O uso do guia introdutor é particularmente útil, ao superar três situações comumente encontradas durante intubações traqueais difíceis:
visualização incompleta da glote (a ponta mais fina e angulada para cima do introdutor é mais fácil de ser direcionada para a laringe, mesmo às cegas);
o maior tamanho relativo do TT pode dificultar a visão da fenda glótica (o guia introdutor, por ser bem mais estreito que este TT, tem sua passagem em direção à glote melhor visualizada);
dentes protrusos, forçando o TT a seguir um caminho mais tortuoso da boca até a abertura glótica (um guia introdutor, por ser mais fino, vence este trajeto com maior facilidade).

Conhecidos desde a década de 40 como “gum elastic bougies”, atualmente estes guias são conhecidos como: guias introdutores de “Macintosh-Venn-Eschmann”, em homenagem a seus idealizadores.

São fabricados em plástico (preferencialmente Teflon®), com comprimento de 35 a 65cm, diâmetro externo variando de 2,8 a 5mm e com sua extremidade distal angulada em aproximadamente 30 a 40°, assumindo formato de “J” (taco de hóquei).

 
Guia “Macintosh-Venn-Eschmann”
 

 


Estes artefatos, apesar de sua simplicidade, estão entre os instrumentos mais importantes no auxílio da intubação traqueal, principalmente em casos de laringoscopia com classificação Cormack - Lehane grau II (onde somente a parte posterior da glote (aritenóides) é visualizada),

grau III (somente a epiglote pode ser visualizada – nenhuma outra porção da glote é visível), e até mesmo em situações de grau IV.


Existem diversos modelos comerciais, alguns além de servirem como guia para IT, permitem

oferta de O2 através de sua luz durante as manobras de laringoscopia.

Técnica


1) Laringoscopia com classificação Cormack - Lehane grau II ou III.

 

topo da página

 

2) Avançar apenas o guia (sem o TT) com sua extremidade angulada voltada anteriormente.


3) Visualizar a ponta curva do guia passando posteriormente à epiglote; caso contrário, direcioná-la “às cegas” “para cima”, na tentativa de que se encaminhe para a abertura glótica, mantendo a linha média.


4) Ao ultrapassar a abertura glótica e deslizar através da laringe até a traquéia, em 90% das vezes é possível se perceber “cliques” quando a ponta do guia toca e “salta” os anéis traqueais.

Neste caso, o guia deverá ser cuidadosamente introduzido por mais 15-20cm.

Caso o guia tenha penetrado no esôfago, não haverá os "cliques", uma vez que suas paredes são lisas.

 

5) Fixar o guia nesta posição mantendo a laringoscopia.

 

6) Introduzir o TT pela extremidade proximal do guia,

deslizando-o até que a extremidade proximal do guia introdutor seja novamente exposta.

 

 

topo da página

 

7) Manter o guia firmemente em posição, e  cuidadosamente o deslizar do TT para laringe.


 

8) Quando o TT estiver corretamente posicionado, retirar o guia.
 

9) Insuflar o balonete e confirmar a intubação.
 

Complicações:
Apesar de raras, foram publicadas algumas complicações com o uso do guia introdutor.

1) após uma reintubação difícil com várias tentativas em pós-operátório imediato de glossectomia (com hematoma e sangramento), ocorreu perfuração na parede lateral da faringe;

2) outra seqüela atípica relatada, foi a ocorrência de sangramento por trauma à traquéia, com atelectasia do pulmão direito pela presença de coágulos no brônquio direito.

 

topo da página


Existem vários tipos de guias introdutores no comércio, entretanto, podemos construir um

de boa qualidade e com materiais de baixo custo, seguindo as indicações da Dra. Rosemarie M. Johnson no artigo Tips from the Top: CSA Bulle-tin July-August 1998 e também gentilmente cedidas pelo Dr. James Riopelle, que há anos vem divulgando as vantagens de seu uso (LSU Medical Center Anesthesiologists at New Orleans' Charity and University Hospitals).

 

Como fazer seu próprio “guia”:

 

1) Usar um rolo de material plástico empregado em construção civil, como introdutor de fios de eletricidade em conduítes (encontrado em lojas de material elétrico ou de construção como “Passa-Fio”).

Escolher diâmetro de aproximadamente 4-5mm.

 

2) Cortar no comprimento de 70cm, aparar e lixar as extremidades para ficarem arredondadas.

  

3) Dobrar umas das extremidades (2,5 a 3cm) em aproximadamente 40º assumindo o formato de taco de hóquei.

 

 

 

 Guia finalizado

 

  Guia no interior do tubo traqueal

   

4) Para maior segurança marcas em centímetros podem ser escritas com canetas especiais para escrever em plástico.

NAVEGAÇÃO


Marimar Diversos


Boletins Informativos


Certificados e Aprovações


Curiosidades



Descrições dos produtos


Feiras Marimar


Logomarca


Manuais dos produtos



Marimar News


Produtos sob Medida


Representantes


Televendas



Assuntos

Diversos de consultas


Enfermagem


Home-Care


Médicos


Outros Ramos


Ergonomia /CIPA


Bike / Motos / Kart



Condomínios e clubes


Esportes Radicais


Odontologia


Salvamento em águas



Veterinária


Yoga


"M A R I M A R  - DESENVOLVENDO TECNOLOGIA DE PONTA PARA ATENDER VOCÊ COM SAÚDE."

Copyright© 1999 - Marimar Indústria, Comércio,  Importação  e Exportação  de RPG Ltda 
Rua Alba, 88  - Pq Jabaquara - CEP: 04346-000