NAVEGAÇÃO


Resgate e

Remoções


Aeronáutica


Alturas e OFF-Shore

Salvatagem


Espaços Confinados


Bombeiros/ Militar e Civil


Defesa Civil - Resgate


Eletricitários / Resgate



Eng. e Téc.Seg.Trabalho

(Saúde Ocupacional)


Espaços Confinados


Exercito


Guarda Civil Municipal



Marinha


Pol. Militar/Fed.Resgate


Produtos para Resgates


SAMU


 

Ambulâncias e Veículos Especiais


Ambulâncias


Veículos Especiais



Reabilitação/

Ortopedia


Produtos p/ Reabilitação


Fisioterapia/RPG

Reabilitação



Fonoaudiologia

Geriatria e Reumatologia


Hospitais e Clinicas


Oncologia / Rad. / R.X.


Produtos para Psiquiatria


 

UNIVERSIDADE DE SANTOAMARO – UNISA

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

 

 

ESTUDO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE PROTESES E

ÓRTESES DA EMPRESA MARIMAR

ENFOQUE NO CUSTO DE PRODUÇÃO

 

 

Adriana Rodrigues Paes et al.

 

 

 

Orientador: Prof. Dr.Joshua O. Imoniana

 

  

SÃO PAULO

2002

 

 

 

ESTUDO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE PRÓTESES E

ÓRTESES DA EMPRESA MARIMAR

ENFOQUE NO CUSTO DE PRODUÇÃO

 

Andriana Rodrigues Paes

Fernando Siqueira

Hélio Silva Chaves

Israel Vieira de Carvalho

Ricardo M. Saruhashi

 

 

 

 

Trabalho apresentado ao Departamento de Contabilidade da UNISA – Universidade de Santo Amaro como exigência parcial para obtenção do titulo de Bacharel em Ciências Contábeis.

 

 

  

SÃO PAULO

2002

 

 

 

 

AGRADECIMENTOS

 

 

 

Agradecemos primeiramente a Deus por nos dar sabedoria, aos nossos familiares pela paciência, apoio e incetivo e as nosso empresários Doutor João Varino e Marcos Varino pela atenção a nós dispensada e disposição quando nas entrevistas e visitas às instalações de sua Empresa.

DEDICAMOS....

 

 

 

Aos futuros colegas contadores, a todos que acreditaram em nossos esforços e aos que passarão por esta fase em seus estudos

 

 

SUMÁRIO

 

CAP. I – INTRODUÇÃO

 

1.1        Preâmbulo.................................................................................................................................05

 

1.2        Histórico da empresa.................................................................................................................06

 

1.3        Quadro  da Diretoria e Gerência...............................................................................................07

 

1.4        Definição dos Problemas da pesquisa.......................................................................................08

 

1.5        Objetivos da pesquisa................................................................................................................09

 

1.6        Hipóteses...................................................................................................................................10

 

1.7        Justificativa...............................................................................................................................11

 

1.8        Metodoloogia da Pesquisa........................................................................................................12

 

1.9        Estrutura do Trabalho................................................................................................................13

 

CAP. II – REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

 

2.1        Apresentação de Custo..............................................................................................................14

 

2.2        Sistema de custo por ordem de produção ou encomenda.........................................................15

 

2.3        Sistema de custo  de modo contínuo em série ou em massa.....................................................15

 

2.4        Sistema de custo previsionais....................................................................................................15

 

2.5        Critério de custo por absorção...................................................................................................16

 

2.6        Critério de custo direto ou variável...........................................................................................16

 

2.7        Critério de custo por atividades ou (ABC)................................................................................16

 

2.8        Instrumento de planejamento e controle...................................................................................17

 

2.9        A influência de custo no aspecto financeiro da empresa..........................................................18

 

2.10   Custo em atividades terceirizadas – aspectos relevantes..........................................................19

 

2.11   Fixação de preço de venda........................................................................................................21

CAP. III – PESQUISA DE CAMPO

 

3.1     Conhecendo a Empresa..............................................................................................................22

 

3.2     Estoque de Matéria Prima..........................................................................................................22

 

3.3     Máquinas e Equipamentos.........................................................................................................22

 

3.4     Métodos de Custo.......................................................................................................................23

 

3.5     Gastos Gerais de Fabricação......................................................................................................23

 

3.6     Mão-de-obra...............................................................................................................................23

 

3.7     Estratégia para Redução de Custo / Despesas............................................................................24

 

3.8     Produção.....................................................................................................................................24

 

3.9     Materiais  de Embalagem...........................................................................................................24

 

Conclusão e Considerações Finais....................................................................................................25

 

Referências Bibliográficas................................................................................................................27

 

Anexo I Questionário........................................................................................................................28

 

Anexo II Fotos..................................................................................................................................30

 

CAP. I – INTRODUÇÃO

 

1.4  PREÂMBULO

 

O Tema do Estudo foi escolhido por se tratar de um nicho diferenciado, para a abordagem de pesquisas focalizando o custo de produção.

A escolha da atual empresa vai de encontro ao propósito do tema escolhido, pois a mesma aborda a produção de equipamentos de reabilitação médico hospitalar e pré-hospitalar (resgate e remoçôes)

A pesquisa efetuada pelo grupo busca apresentar como enfoque deste trabalho, o custo da produção, e através de novas alternativas e sugestões, buscar contribuir ao departamento, um melhor controle e qualidade, visando o objetivo fim de qualquer industria, minimzar seus custos e maximizar sua receita.

O assunto a seguir, terá como finalidade visualisar os varios aspectos que poderão fazer uma diferença de real importância para toda a estrutura Patrimonial das empresas, mesmo porque uma melhor análise dos custos faz com que a mesma crie parâmetros e elimine os riscos de insucesso, a não observância deste fator reflete a incapacidade de solucionar os problemas que ocasionariam má saúde da empresa

 

1.4  HISTÓRICO DA EMPRESA

 

Em 30/01/1991, nasce a empresa Marimar Indústria, Comércop, Importação e Exportação de R.P.G., em funçãp da necessidade de mercado, facilitando a distribuição de uma linha de produtos de fabricação própria, extremamente necessária à reabilitação do paciente., seja ela de ordem neurológica, ortopédica ou em medicina esportiva.

Três pessoas dedicadas resolveram criar uma organizaçã que pudesse suprir o mercado brasileiro com tecnologia de alta ponta, na tentativa de tornar o Brasil de além de importador, exportador, mantendo uma atualização mundial com a tecnologia, buscando manter sempre as melhores opções no pronto atendimento.

Hoje, direta ou indiretamente, mais de 250 profissionais competentes e qualificados oferecem os melhores produtos de fabrica própria, utilizando-se também de serviços de terceiros, extremamente necessários a atividades de Reabilitação (Ortopedia e Fisioterapia), Medicina do Esporte, Pré-Hospitalar (Resgate e Remoções), Hospitalar além de produtos para a área de Home Care Personalizado e Esportes Radicais.

Esta conceituada empresa fabrica produtos voltados a especialidades de ortopedia, fisioterapia, reabilitação, medicina estética, medicina do esporte, linha pré-hospitalar (resgate e remoções), linha hospitalar e segurança no trabalho. Reforçando, os médicos, fisioterapeutas ocupacionais e profissionais de reabilitação em geral, são os mais indicados na prescrição e informações necessárias a cada caso, onde cada profissional desevolve seu trabalho com afinco e muita dedicação.

 

 

1.3 – QUADRO DA DIRETORIA E GERÊNCIA

 

A Diretoria e Gerência estão compostas da seguinte forma:

 

 

DIRETOR PRESIDENTE

Dr. João Geraldo dos Santos Varino

Advogado- Técnico Contábil – Técnico Ortopédico

 

DIRETORIA INDUSTRIAL

Maria José Fernandes Varino

Técnica Ortopédica

 

DIRETORIA COMERCIAL

Márcia Váleria Fernandes Varino

 

DIRETORIA FILIA RJ

Rita Luziette Fernandes

 

DIVISÃO RESGATE

J.G.S Varino Júnior

Advogado – Diretor Comercial

 

GERÊNCIA ADMINISTRATIVA

Marcos Vinícius Fernandes Varino

Contabilista e Estudante de Ciências Contábeis

 

GERÊNCIA DE CONSULTORIA

Dra. Susi Mary de Soua Fernandes

Fisioterapeuta

 

GERÊNCIA PROGRAMAÇÃO

Flávio Vicente da Silva

Webdesigner

 

ASSISTENTE

Leni Britto

Secretária

 

 

 

1.4  DEFINIÇÃO DOS PROBLEMAS DE PESQUISA

 

As empresas apresentam problemas consideráveis relacionado ao departamento de custos, já a contabilidade de custos deve mensurar funções como: ánalise, planejamento, organização, classificação, registro, alocação, interpretação e emissão de relátorios, os quais indicam o valor do custo dos produtos fabricados e vendidos, ou seja, desde o início da produção até a venda do produto, é de suma importância o acompanhamento de todos os processos inerentes às atividades.

 

As empresas responsáveis pela produção de utensílios/equipamentos para a área medica-hospitalar, necessitam de controle gerencial para seus custos com a produção, de foma que mensurem todos os gastos e processos, sendo aqui necessários profissionais habilitados.

 

 

1.5 – OBJETIVO DA PESQUISA

 

O objetivo da pequisa é estudar o desempenho da linha de produção, voltado ao enfoque principal do custo dos produtos fabricados.

 

- Demonstrar a importância da aplicação do método de custo adequado à atividade da empresa, lembrando que o mesmo deve atender os principios contábeis geralmente aceitos, nos âmbitos fiscais e legais;

 

- Demonstrar como o controle de custos pode auxiliar no planejamento gerencial das atividades de um empresa;

 

- Demonstrar a importância da precisão no cálculo do preço de venda do produto;

 

- Demonstrar a influência da administração para auferir um melhor controle das atividades bem como das operações.

 

1.6 – HIPÓTESES

 

Existem casos em que as empresas utilizam-se estrategicamente da produção de determinado produto com margem de lucro negativa, porém, a margem de contribuição é positiva, pois, este, possui a função de absorver parte dos custos fixos totais rateados dentro da linha de produção, atendendo ou não a função de produção, ocasionando à empresa um resultado positivo.

 

Uma das consequências que também pode ocorrer em qualquer industria é o cálculo incorreto quanto aos custos acumulados de um determinado produto, o que acarreta a má formação do preço de venda, e com isso a não obtenção o resultado esperado

A análise quanto à utilização apropriada dos custos de acordo com as atividades realizadas servem como fonte de estudo para uma verificação mais detalhadada quanto à sua adequação.

 

1.7 – JUSTIFICATIVA

 

O quadro apresentado pela empresa até o momento perante seus resultados, justifica-se diante do cenário econômico atual do país. Sofrendo com uma tributação pesada, custos indiretos e despesas com pessoal, tenta redirecionar problemas econômicos na intenção da continuidade de suas atividades industriais.

 

O Estudo estará direcionado ao enfoque do custo de produção, no qual através das informações obtidas de estudos aprofundado, viabilizará como instrumento de confirmção ou adequação dos procedimentos de custo na intenção de auxiliar nas importantes tomadas de decisões da administração, que de forma global é a arte de conciliar e dirigir circunstâncias presentes e futuras, internas e externas.

 

 

 

1.8 – METODOLOGIA DA PESQUISA

 

Para este estudo, utilizamos a pesquisa de campo, com o intuito de exploração da prática de custeio de produção sob encomenda. Adicionalmente, foram consultadas  as obras dos autores Jorge s. Guerra Leone, Pierre Laporte, Carkis Augusto Tlusty, Mario L. Mattos. Realizamos também entrevista junto a profissionais da área e encaminhando a direção um questionário com o tema “Custo de Produção”, como fonte de pesquisa do estudo em questão.

 

1.9       – ESTRUTURA DO TRABALHO

 

Este trabalho está organizado da seguinte forma:

 

Capítulo 1, aborda-se a introdução do trabalho, que incluem o preâmbulo, histórico da empresa em estudo e o objetivo da pesquisa. Consta ainda neste capítulo; as hipóteses, as justificativas e a metologia da pesquisa aplicada.

 

Capítulo 2, apresenta-se a revisão bibliográfrica, com a visão dos diversos autores, sobre o tema em destaque, para tal, foram utilizados livros dos seguintes renomados autores: George Sebastião Guerra Leone, Louis Laporte Pierre, Mário Luiz Mattos, Carlos Augusto Tlusty e Eliseu Martins, bem como foram realizadas entrevistas com profissionais da área

 

O capítulo 3, trata-se da pesquisa de campo, onde o grupo, ao visitar a empresa, traz anotações à respeito dos processos e atividades que envolvem suas operações elaborando questionário e agregando fotos em anexo.

 

No final, enfocamos as considerações finais, bem como a conclusão do grupo quanto ao trabalho elaborado.

 

 

CAP. II – REVISÃO BIBLIGRÁFICA

2.1 – APRESENTAÇÃO DE CUSTO

 

Torna-se cada vez mais comum e necessario às entidades protegerem-se frente a seus concorrentes através de inúmeras estratégias de mercado e uma delas é o enfoque de custo de produção. Para se sentirem de certa forma mas seguras, implementam projetos, planejam objetivos e meios  para atingi-los.

O objetivo principal de qualquer empresa é de obter e maximizar seus lucros, cumprido a partir dai com seus compromissos sociais e ainda poder contar com a remuneração de seus proprietários entre outros objetivos que, somente poderão ser atingidos caso as empresas alcancem lucros razoáveis continuamente.

Conforme o autor Leone¹, toda a empresa na intenção da continuidade de suas atividades, realiza gastos (despesas e custos) no sentido de obter receitas. A diferença entre gastos e receitas é denominada: Lucro ou superávit.

O departamento de custo irá preucupar-se então, com a administração dos gastos, despesas e custos dentro de uma empresa, dentre outras duversas incumbências voltadas aos estoques, campanhas, promoções, estudos e atividades, segmentos de distribuição e planos de alternativas operacionais que vão das atividades menores até as maiores.

Considera também da competência deste departamento, o preparo de relatórios que contenham os tipos de custos que vão atender as exigências de seus usuários, atribuindo os custos a seus portadores finais.

Segundo o autor, o sistema de custeio é estabelecido em conformidade com as necessidades dos usuários e segundo a natureza das operações e das atividades da entidade.

Usualmente alguns sistemas de acumulação de custo, são empregados em atividades empresariais, conforme destaca a seguir este renomado autor.

 

2.2 – SISTEMA DE CUSTO POR ORDEM DE PRODUÇÃO OU ENCOMENDA

 

É um sistema voltado à acumulação dos custos por produto, no qual permite que os recursos consumidos pela produção sejam valorizados e debitados a cada um dos produtos que os consumiu. Os recursos consumidos estão direcionados a mão-de-obra.

 

2.3 – SISTEMA DE CUSTO DE MODO CONTÍNUO EM SÉRIE OU MASSA

 

Este sistema irá controlar os custos pelos departamentos, pelos setores, pelas fase produtivas ou processos e em seguida dividir esses custos pela quantidade de produtos fabricado no processo, durante certo período

 

2.4 – SISTEMA DE CUSTO PREVISIONAIS

 

Este sistema é indicado tanto para os custos padrão quanto para os custos estimativos.

A finalidade do sistema de custos previsionais se mostra dividida entre o planejamento das operações e o controle das mesmas.

Conforme observe Leone¹, o custo padrão possui como característica as operações fabricadas de forma minunciosas e repetitivas que por força da natureza dos produtos exista um controle físico rigoroso.

Em virtude da repetição das operações, a análise de qualquer tipo de desvio se mostra mais eficente em seus acompanhamentos. Por sua vez os recursos traduzidos como gastos gerais de fabricação, são difíceis de serem padronizados sofrendo normalmente, um processo de estimação separado  por centro de responsabilidade.

Com relação ao sistema de custo estimado Leone¹ menciona que existirá outra característica voltada a fabricação de produtos diferenciados e com operacionais fabrls exclusivas. Esta forma de sistema aplica-se basicamente às operações não padronizadas, especiamente quando os produtos ou serviços são feitos sob encomenda e por isso são produtos e serviços com características exclusivas dentre outros produtos fabricados pela empresa.

São utilizados geralmente no exercício de produzir estimações (como informa Leone¹) os orçamentos como instrumentos de estatíca, valendo-se do gerenciais. Esses sistemas de acumulação de custos podem trabalhar com um dos três critérios de custeio: Absorção, Variável ou ABC, destaca o autor.

 

 

2.5 – CRITÉRIO DO CUSTO POR ABSORÇÃO

 

É um método que incluí todos os custos indiretos de fabricação de um determinado período nos custos de suas diferentes atividades industriais, sejam produtos, processos ou serviços, este método absorverá todos os custos de sua produção.

 

2.6 – CRITÉRIO DE CUSTEIO DIRETO (OU VARIAVEL)

 

Este método considera somente os custo diretos e variáveis aplicados nas operações dos produtos, serviços e atividades.

É evidente qe, para a utilização deste critério se faz necessário que esse custo seja facilmente identificado com o produto, desprezando o uso de rateios.

 

2.7 – CRITÉRIO DO CUSTO POR ATIVIDADES OU (ABC)

 

Este é um critério que não se encontra uma ampla aceitação por ser muito detalhado, utiliza-se de estremo esforço burocrátco além de poluir seus resultados com frequentes rateios como qualquer outro sistema que trabalhe com alocações.

Neste critério são custeadas todas as atividades voltadas as operações industriais, detalhando desde a atividade de requisitar materiais, expedir produtos, realizações de produtos de compra a uma abertura de ordem de serviços, ou a ainda o preparo de ferramentas de fabricação e manuntenção preventiva.

Este critério esta totalmente inclinado ao tratamento dos custos e despesas gerais de fabricação, ou seja, aos custos e espesas indiretas. Para este critério os custos direto serão debitados diretamente aos produtos sem influência de rateios.

 

2.8 – INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE

 

A análise do comportamento do custo é feita mediante a definição de algum parâmetro quantitativo, operacional, contrável.

Leone¹ observa que as técnicas de estatísticas ajudam o administrador a obter a confiabilidade necessária para compor importantíssimos instrumentos de planejamentos, controle e decisão.

Os custos são originados conforme cita Leone¹, pelas atividades e pelo volume dessas atividades, no qual são estes volumes medidos por parâmetros quantitativos, físicos, denominados assim como parâmetros operacionais.

Os custos são o efeito e não a causa, ou seja, é o resultado de alguma atividade que se realiza. “Sempre existirá fatores, parâmetros, atividades que geram os custos”. Comenta Leone¹.

Definido a concepção de parâmetro como a unidade de medida que representa a atividade de um segmento qualquer dentro da empresa, destaca alguns modelos de parâmetros como forma de melhor esclarecer seu significado.

Numa escola, faculdade, universidade, um dos parâmetros basicos que irá definir e homogeneizar a atividade de ensino é o aluno-hora, porém em um hospital, o parâmetro definidor e uniformizador de suas várias atividades diferentes, serão conhecidos como a unidade de serviços médicos (USM).

O controle do parâmetro é então mencionado por Leone¹, destinado a fornecer indicações à gerência para que esta possa acompanhar o alcance dos objetivos as metas previamente estabelecidas, fornecendo entao a medida de controle que vai ser exercido sobre o valor absoluto do custo resultante e determinado pela variabilidade do parâmetro.

 

 

¹Leone, George Sebastião Guerra. Curso de Contabilidade de Custos. 2º edição.

São Paulo, 2000. 

 

2.9 – A INFLUÊNCIA DE CUSTO NO ASPECTO FINANCEIRO DA EMPRESA

 

O balanço patrimonial de uma empresa, observando pelo autor Pierre Laporte² irá relatar a natureza e a situação do capital investido, indicando ainda a medida em que a direção da empresa conservou os bens que lhe foram confiados.

A demonstração de resultado (lucros e perdas), irá por sua vez medir as mudanças deste capital resultantes das atividades operacionais, comenta o autor.

O lucro de uma empresa será medido então de acordo com os custos dos produtos e as receitas derivadas de suas vendas.

Destaca também que de uma maneira geral os custos coletados, apresentam três finalidades principais mencinados  a seguir.

Através dos dasos de custos consegue-se medir dos lucros e a avaliação dos estoques (demonstração de lucros e perdas de balanço).

Os dados de custos fornecem ainda informações para o planejamento da direação e a tomada de decisões (análise e estudos especiais).

 

 

 

²Pierre, Louis Laporte. Contabilidade de Custos.Vol. 1. Tradução coordenada e aperfeiçoada.

Copyright © 1972. Editora McGraw-Hill do Brasil, Ltda.

 

2.10 – CUSTOS EM ATIVIDADES TERCEIRIZADAS – ASPECTOS RELEVANTES

 

A terceirização segundo Mattos³ e Tlustyº, é a transferência para terceiros da execução de tarefas para as quais a relação custo/benefício da execução, interna não é da mais vantajosas, seja do ponto de vista financeiro, de qualidade ou, mesmo de especialidade. Ela nasceu a partir da necessidade de se obter novas estratégias para reduzir custos e garantir a competividade dos produtos. Para as empresas, o objetivo maior é manter a qualidade, aumento da produção, racionalizar os custos, sendo estes fatores extremamente importantes para a sobrevivência das mesmas, seja qual for seu ramo de atividade.

Dentre tantas alternativas, a terceirização ganhou um destaque e garantiu com mais eficacia a racionalização de recursos. Seu surgimento deu-se nas chamadas áreas de apoio. Ou seja, alimentação de funcionários, assistências médica, conservação e limpeza de prédios, etc. Hoje, a terceirização pode ser aplicada a quase todos os departamentos da empresa.

Algumas operações qie podeos citar são a área de processamento de dados, arquivos, assistência jurídica, contábil, fiscal, e até fabricação de componentes do produto final. No entanto, todas as atividades empresariais envolvem riscos e vantagens, e a terceirização não foge dessa regra.

 

 

³Mattos, Mário Luis. Custo Como Ferramenta Gerencial – Ibracon. 8º Edição.

São Paulo: Editora Atlas 1995. Elaboração Ernest & Young.

ºTlusty, Carlos Augusto. Csto Como Ferramenta Gerencial – Ibracon. 8º Edição.

São Paulo: Editora Atlas 1995. Elaboração Ernest & Young

 

 

2.11– FIXAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

 

A formação do preço de venda é muitissimo conhecida pela forma de alocação de custos e despesas, denomindada no Brasil por RKW, abreviação de Reichskuratoriumfur Wirtschaftlichkeit. Trata-se de uma técnica disseminada de começo do século na Alemanha, que consiste no rateio não somente dos custos de todos os produtos. Com esse critério de rateio é possivel se obter o valor razoável de “produzir e vender”, assim observa o autor Eliseu Martins*

Pode-se afirmar que essa fórmula seja adequada numa economia de decisão centralizada, não apresentando as mesmas garantias de sucesso numa economia de mercado, mesmo que parcialmente controlada pelo governo.

Visto que os preços são decorrências do mecanismos e força da oferta e da procura, o mercado será então o grande responsável pela fixação dos preços, e não os custos de obtenção dos produtos.

O autor ainda que se torna mais provável uma empresa análisar seus custos e despesas em relação a viabilidade de trabalhar com um determinado produto, cujo preço o mercado influência marcantemente ou mesmo fixa, do que ela determinar o preço em função daqueles custos e despesas.

Surge dentro desse fator de influência que é o mercado, a Margem de Contribuição, que vai ao fato auxiliar nas importantes tomadas de decisões da administração, que de forma global é a arte de conciliar dirigir circunstâncias presentes e futuras internas e externas à empresa.

Conforme o autor, a fixação do preço de venda não cabe exclusivamente ao setor de custos, mesmo que este possua todo um arsenal de informações do ponto de vista interno, bem como não cabe de forma isolada ao setor de Marketing, com toda a gama de dados do mercado e suas previões. O dirigente sério pesará bem as duas informações usando deseu bom senso, sua experiência e sua sensibilidade para tomar a decisão final.

 

*Martins, Eliseu. Contabilidade de Custos. 2 Edição. São Paulo: Atlas, 1985.

 

CAP. III – PESQUISA DE CAMPO

3.1 – CONHECENDO A EMPRESA

 

A empresa Marimar Indústria, Comércio, Importação e Exportação de RPG, é uma empresa de pequeno porte, ainda em expansão, apresentando um quadro estável e em franco desenvolvimento, fabricando produtos voltados a áreas específicas dentro da ortopedia, fisioterapia, reabiliatação, medicina estética, medicina do esporte, linha pré-hospitalar (regate e remoçôes), linha hospitalar e segurança no trabalho. Seu elenco de funcionários é composto por profisinais   diversos, entre eles médicos, fisioterapeutas ocupacionais e profissionais de reabilitação em geral, onde cada profissional desenvolve seu trabalho com eficiência e muita dedicação.

 

3.2 – ESTOQUE DE MATÉRIA PRIMA

 

São utilizados aproximadamente 900 itens na produção, destacando entre eles: plásticos, algodão, lona, coura, EVA, neopren, madeira, ferros, aço e alumínio.

O estoque de natéria prima aparesenta um tempo médio de giro de 60 dias, em função de cerca de 60% das vendas serem efetuadas oir ebcinebda.

A empresa controla seus estoques por meio de sistema integrado onde, todas as reguisiçoes, dede a matéria prima até o produto final, inseridos em fichas de controle, por etapa de produção auxiliadass por planilhas de excel.

 

3.3 – MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

 

As máquinas e qeuipamentos utilizados pela empresa são maquinários especificos a area de atuação da empresa. Foram destacadas: furadeiras, pesponteiras, prensas, balancins, máquinas de costura especiais, moldes, tornos, formas e facas especiais empregadas em diversos processos de industrialização, com este maquinário a empresa mantém um padrão de produtividade necessário à continuidade das atividades operacionais.

 

3.4 – MÉTODOS DE CUSTOS

 

A empresa utiliza-se do sistema de custo por ordem de produção ou encomenda, considerando que 60% da produção são realizados através de pedidos efetuados por clientes, ficando 40% do total, direcionado à produção contínua que são os produtos mais vendidos.

O controle de estoque de produtos por encomenda e realizado pelo método de Média Ponderada Móvel (MPM), já o controle da produção contínua têm como base o custo médio do período, feito pela divisão do custo pela quantidade produzida.

 

3.5 – GASTOS GERAIS DE FABRICAÇÃO

 

Os gastos gerais da fabricação estão assim compostos: aluguel da fábrica, energia elétrica, água, gás materiais intermediários (embalagens, etiquetas, acondicionamentos). Entre os gastos destacados, o aluguel desponta como fator relevante, de forma superior em relação aos demais gastos de fabricação.

 

3.6 – MÃO DE OBRA

 

A mão de obra empregada na produção, varia entre os mais diversos tipos, desde ajudante a profissionais especializadosm desde a produção até a área médica.

Procurando manter o melhor padrão e qualidade, todo o quadro de empregados passa por treinamentos e reciclagem, efetuados pela própria equipe de gestores da empresa, pois existem apenas 5 (cinco) fabricantes em todo o território nacional, dentro deste ramo de atividade, o que dificulta a concorrência.

Em algumas fase da produção, são utilizados de terceiros, (técnicos, montadores, industriais, etc), em função da impossibilidade de expansão do parque industrial e contratação de obra em sua atual conjuntura.

 

CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS

O investimento em estoques de uma empresa industrial geralmente representa um percentual considerável de seu ativo corrente. Portanto, após a análise das informações referentes à Marimar, pode-se considerar de relevante importância a manutenção de investimentos viktadis ais estiqyes de firna adeqyada, pois estoques excessivos acabam por redundar em custos de posse mais altos, inclusive em prejuízos por perecibilidade, ociosidade produtiva entre outras variações negativas. A empresa pesquisada trabalha com estoques minimos e controles rigorosos sobre seu investimento em estoques. A terceirização em algumas fases de sua produção contribui efetivamente para a redução em seus custos, diminuindo sua margem de risco frente a demanda de mercado e aumentando sua margem de contribuição sob seus custos fixos, além de favorecer para o menor desgate de equipe de profissionais qualificados que contribuem para a continuidade de suas atividades industriais, utilizando como estratégia de mercado a terceirização bem como a exportação aliada ao planejamento futuro de mudança do seu parque industrial, para alavancar sua estrutura atual.

São consideradas duas formas de métodos de produção fabril, ou seja, por encomenda e também através da produção e, série, minimizando assim oscilaçõess da economia. Trabalhando hoje com 40% de sua produção contínua, sendo estas as mais vendidas, completando os 60 % restante, com sua produção por encomenda. Isto demonstra a utilização em 100% de sua capacidade instalada.

O preço de venda é objeto estabelecido pelo negócio com a finalidade de gerar lucro, atendendo as expectativas dos consumidores e da sociedade, capaz de remunerar todo o capital investido, o qual não pode ser entendido como responsabilidade exclusiva do setor de custos, mesmo que ese possua todo um arsenal de informações do ponto de vista interno, bem como não cabe de forma isolada ao setor de marketing, com toda gama de dados do mercado e suas previsões. O dirigente sério pesará bem as duas informações usando de seu bom senso, sua experiência e sua responsabilidade para tomar a decisão final.

Os componentes do preço de venda apresentam-se da seguinte forma:

Custo, Lucro, Satisfação, Despesas, Impostos, Status, Tecnologia, Qualidade, Perdas e Royalties são os elementos que realmente devem compor o preço de venda de um produto, cujo o alvo central é o maior número de clientes possivel e a maior renda sobre sua produção.

O tema abordado neste trabalho é de suma importância para todas as empresas atuantes neste mercado, independente do seu porte, valorizando o critério de apuração, mensuração e alocação de seus custos, de firna a tebder a orgãos empresariais. A empresa pesquisada atende ate o momento aos princípios contábeis geralmente aceitos, em todo os seus aspectos relevantes, bem como quanto a avaliação de seus estoques.

 

 

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

Leone, George Sebastião Guerra. Curso de Contabilidade de Custos.

 2º Edição São Pauo Atlas, 2000

 

Laporte, Pierre Louis. Contabilidade de Custos. Vol. 1. Tradução Coordenada e aperfeiçoada.

Copyright © 1972. Editora McGraw-Hill do Brasil, Ltda

 

Mattos, Mário Luis. Custo Como Ferramenta Gerencial – Ibracon. 8º Edição.

São Paulo: Editora Atlas 1995. Elaboração Ernest & Young.

Tlusty, Carlos Augusto. Csto Como Ferramenta Gerencial – Ibracon. 8º Edição.

São Paulo: Editora Atlas 1995. Elaboração Ernest & Young

 

 

Martins, Eliseu. Contabilidade de Custos. 2 Edição. São Paulo: Atlas, 1985.

 

 

Anexo I

 

Questionário

 

QUAIS OS PRODUTOS FABRICADOS ATUALMENTE?

 

QUAIS OS MATERIAIS QUE ENTRAM NA PRODUÇÃO?

 

QUANTO TEMP EM MÉDIA É NECESSÁRIO PARA GIRAR O ESTOQUE DE MATERIA PRIMA?

 

 COMO SÃO OS EQUIPAMENTOS, MÁQUINAS, FERRAMENTAS E INSTALAÇÕES EMPREGADAS? COMO SÃO EMPREGADAS E QUAIS SÃO OS CONTROLES?

 

QUANTO AO GASTO DOS EQUIPAMENTOS, MAQUINAS, FERRAMENTAS E INSTALAÇÕES, COMO SÃO CONTROLADOS?

 

SÃO PRODUTOS FABRICADOS POR ENCOMENDA?

 

ESTES SÃO PRODUTOS DE PRODUÇÃO CONTÍNUA?

 

QUAL O MÉTODO DE CUSTEIO UTILIZADO PELA EMPRESA?

 

COMO É FEITO O CONTROLE DOS GASTOS GERAIS DE FABRICAÇÃO (GGF)?

 

QUAIS SÃO OS GASTOS GERAIS DA FABRICA?

 

COMO SÃO CONTROLADOS OS CUSTOS GERAIS DA FABRICA?

COM RELAÇÃO A MÃO DE OBRA, QUAIS SÃO OS TIPOS EMPREGADOS?

 

COM RELAÇÃO AOS PRODUTOSS FABRICADOS, EXISTE ALGUMA FASE QUE SOFRA TERCEIRIZAÇÃO?

 

A MÃO DE OBRA PARA A CONFECÇÃO DESSES EQUIPAMENTOS DEVE SER ESPECIALIZADO? SIM, NÃO, PORQUE?

 

QUAL SISTEMA UTILIZADO PARA CONTROLE DE ESTOQUE?

 

DE QUE MODO OS MATERIAIS SÃO CONTROLADOS?

 

COMO A PRODUÇÃO É CONTROLADA?

 

EXISTEM CONTROLE DOS PRODUTOS ARMAZENADOS?

 

DE QUE FORMA É FEITO O CONTROLE DE ESTOQUE (M.P.M / PEPS)?

 

COMO SÃO EXPEDIDOS OS PRODUTOS FINAIS ARMAZENADOS?

 

A EMPRESA JÁ ANALISOU SOBRE A INFOMATIZAÇÃO EM SUA PRODUÇÃO E ESTOQUES? SIM, NÃO, PORQUE?

 

QUAL O MÉTODO QUE EMPRESA USA PARA REDUÇÃO DE CUSTOS?

 

SE A EMPRESA TIVESSE QUE REDUZIR OS CUSTOS HOJE, QUAL SERIA O CRITÉRO MAIS ADEQUADO PARA O NIXO EM QUESTÃO?

 

A EMPRESA JÁ ESTUDOU  ALGUM INTERESSE POR INCENTIVOS FISCAIS NESTA ÁREA DE PRODUÇÃO?

 

QUAL A PRODUÇÃO ESPERADA PARA O PRÓXIMO PERÍODO?

 

A MÃO DE OBRA PARA A CONFECÇÃO DESSES EQUIPAMENTOS DEVE SER ESPECIALIZADA? SIM, NÃO, PORQUE?

 

O CICLO FABRIL É LONGO?

 

QUAIS SÃO OS PROCESSOS OU DEPERTAMENTOS OPERACIONAIS?

 

DE QUE MODO OS PRODUTOS PRONTOS SÃO ARMAZENADOS?

 

QUAIS SÃO OS MATERIAIS DE EMBALAGEM?

 

COMO OS MATERIAIS DE EMBALAGEM SÃO PROCESSADOS QUAIS OS CONTROLES?

 

NAVEGAÇÃO


Marimar Diversos


Boletins Informativos


Certificados e Aprovações


Curiosidades



Descrições dos produtos


Feiras Marimar


Logomarca


Manuais dos produtos



Marimar News


Produtos sob Medida


Representantes


Televendas



Assuntos

Diversos de consultas


Enfermagem


Home-Care


Médicos


Outros Ramos


Ergonomia /CIPA


Bike / Motos / Kart



Condomínios e clubes


Esportes Radicais


Odontologia


Salvamento em águas



Veterinária


Yoga


"M A R I M A R  - DESENVOLVENDO TECNOLOGIA DE PONTA PARA ATENDER VOCÊ COM SAÚDE."

Copyright© 1999 - Marimar Indústria, Comércio,  Importação  e Exportação  de RPG Ltda 
Rua Alba, 88  - Pq Jabaquara - CEP: 04346-000