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A
IMPORTÂNCIA DA DESFIBRILAÇÃO PRECOCE
A experiência dos integrantes do Corpo de Bombeiros
Catarinenses
O
presente artigo apresenta um breve relato sobre a experiência dos profissionais
do Serviço de Atendimento Pré-Hospitalar do Corpo de Bombeiros da Polícia
Militar do Estado de Santa Catarina no uso de desfibriladores externos automáticos
para o atendimento cardíaco de emergência, a partir de 1999, segundo as
recomendações internacionais (Guidelines 2000) da Associação Americana do
Coração (AHA).
MARCOS DE OLIVEIRA, Major, CBPMSC
INTRODUÇÃO
Sabemos que a maioria das mortes súbitas por problemas cardíacos acontece
longe dos hospitais e este é o principal motivo para a existência dos
Programas de Treinamento em Ressuscitação Cardiopulmonar e Desfibrilação
Automática por Pessoal Leigo (não médico).
O INÍCIO DOS PROGRAMAS DE DESFIBRILAÇÃO PRECOCE
Se fizermos uma análise da evolução do emprego de desfibriladores, veremos
que seus usuários vem expandindo-se constantemente ao longo da história. Na década
de 60, desfibriladores manuais eram utilizados somente por médicos e
enfermeiras em unidades coronarianas e em unidades móveis de cuidados
intensivos. Na década de 70, dá-se o início da desfibrilação precoce
realizada por paramédicos norte-americanos e profissionais médicos de urgência,
ainda com aparelhos do tipo manual. A desfibrilação no ambiente extra
hospitalar era realizada por paramédicos, os quais usavam desfibriladores
manuais, requerendo um bom reconhecimento de ritmos cardíacos. Em meados dos
anos 80, com o desenvolvimento tecnológico dos desfibriladores externos automáticos,
surge a idéia inovadora de treinar técnicos em emergências médicas e
socorristas (que possuíam apenas um conhecimento básico do ritmo cardíaco)
para o emprego dos DEAs, fazendo com que os aparelhos se multiplicassem e começam
a ser utilizados por comunidades médicas e também por leigos, com isso, o
termo desfibrilação precoce foi realmente implementado. A partir do início
dos anos 90, o conceito da desfibrilação precoce se expandiu mundialmente e
foi estendido a agentes não tradicionais, tais como: bombeiros, policiais,
tripulações de aviões e navios e pessoal de segurança em aeroportos,
cassinos, etc.
Atualmente, a importância da desfibrilação precoce vem sendo reafirmada pela
Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação (ILCOR - The
International Liaison Committee or Resuscitation), como a principal intervenção
terapêutica no salvamento de vidas de vítimas adultas e os esforços atuais
estão direcionados no sentido da remoção de barreiras legais para a viabilização
do uso de DEAs em ambientes hospitalares e públicos.
O
CONCEITO DA CADEIA DA SOBREVIVÊNCIA DA AHA
É fato que todos os dias, em todo o mundo, corações param de bater.
Infelizmente para muitas pessoas, essa parada cardíaca é prematura pois seus
corações, como já disse L. Beck, são bons demais para morrer.
Sabemos que o sucesso na recuperação de uma parada cardíaca depende de uma série
de intervenções, dentro e fora dos hospitais. Se uma dessas ações é
negligenciada, retardada ou mesmo esquecida, a recuperação do vitimado poderá
não acontecer. O conceito da Corrente da Sobrevivência é uma metáfora criada
pela Associação Americana do Coração para informar a importância da
interdependência da resposta de emergência oferecida por cada comunidade a uma
parada cardíaca. Essa resposta é composta por quatro elos:
· Acesso rápido: uma parada cardíaca deve ser reconhecida e o Serviço de
Emergências Médicas acionado o mais breve possível;
· RCP rápida: as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (abertura das vias
aéreas, ventilação e circulação) devem ocorrer tão breves quanto possível;
· Desfibrilação rápida: a identificação e o tratamento da fibrilação
ventricular (FV) é a intervenção isolada mais importante;
· Suporte avançado de vida (SAV) rápido: o controle avançado das vias aéreas
e o uso de medicações IV apropriadas ao ritmo cardíaco devem ser aplicadas
precocemente.
A
desfibrilação precoce é somente uma parte do tratamento da morte súbita cardíaca.
Ela somente terá sucesso quando estiver ligada ao conceito da Corrente da
Sobrevivência. O conceito dos elos de uma corrente aplica-se tanto a paradas
cardíacas no hospital como para mortes súbitas cardíacas no ambiente pré-hospitalar.
Cada conjunto de ações ou elos dessa cadeia devem ser realizados o mais rápido
possível. Se algum anel for fraco, demorado ou inexistente, as chances de
sobrevida e recuperação do paciente estarão muito diminuídas.
AS
NOVAS DIRETRIZES INTERNACIONAIS
Em 15 de agosto de 2000, a Associação Americana do Coração (American Heart
Association) liberou as novas recomendações para a Ressuscitação
Cardiopulmonar (RCP) e o Atendimento Cardíaco de Emergência (ACE). Estes
guidelines (diretrizes ou normativas) cobrem uma variedade de tópicos tais como
RCP básica, uso de desfibriladores externos automáticos (DEA) e recomendações
de suporte avançado de vida em cardiologia. As novas diretrizes foram
anunciados em uma conferência, realizada em Washington, EUA, e publicadas na
introdução do Jornal Circulation da Associação Americana do Coração, em 22
de agosto de 2000.
As novas Diretrizes para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e Assistência
Cardiovascular de Emergência (ACE) - Consenso Científico Internacional - foram
projetados para todos os tipos de socorristas (leigos, básicos, avançados e
instrutores) e incluem os métodos mais eficazes para tratar as emergências
cardiovasculares em geral. O trabalho foi realizado por um grupo de
profissionais de renome internacional e seguiu um processo de análise baseado
em evidências e pesquisas científicas. Pode-se afirmar que este trabalho,
escrito após dois anos de debate e rigorosa avaliação científica, representa
o atual concenso mundial para ressuscitação.
Um dos pontos mais importantes apresentado nas novas diretrizes, diz respeito a
desfibrilação automática precoce realizada por leigos treinados. Existe agora
uma unanimidade em relação a importância do uso de desfibriladores externos
automáticos (DEA) para tratar a fibrilação ventricular. Segundo um texto
extraído do CURRENTS (Volume 01 n.° Especial - Edição Brasil), denominado de
Atualização em Emergência Cardiovascular, a importância da desfibrilação
externa automática precoce foi revisada e reafirmada, pois desde 1992, tem sido
a principal intervenção terapêutica no salvamento de vidas de vítimas
adultas. As evidências acumuladas na última década continuam a apoiar todas
as diretrizes relacionadas com a desfibrilação precoce, incluindo as recomendações
para desfibrilação em tempo hábil em locais públicos, nas casas de pacientes
de alto risco e em aviões comerciais, aeroportos, hospitais, consultórios e
ambulatórios médicos.
As diretrizes 2000 também recomendam enfaticamente que a autorização para o
uso e operação de um desfibrilador deve ser estendida para os agentes não
tradicionais, como os policiais, os bombeiros e o pessoal de segurança em
aeroportos, shopping, etc., pois a nova visão é a de que a desfibrilação
precoce, ao reduzir o intervalo entre a parada cardíaca súbita e o primeiro
choque desfibrilatório, contribui mais para melhorar a probabilidade de
sobrevivência de um paciente adulto individual do que todas as medicações,
intervenções de via aérea e novos desenhos de onda de desfibrilação juntos.
Outro aspecto importante das diretrizes diz respeito a esforços construtivos no
sentido da remoção de barreiras legais (administrativas e burocráticas), em
todos os níveis (federal, estadual e municipal) para a viabilização do uso de
desfibriladores externos do tipo semi automáticos (DEAs) por leigos.
COMO
FUNCIONA A DESFIBRILAÇÃO EXTERNA AUTOMÁTICA?
Os aparelhos desfibriladores externos automáticos são projetados para
proporcionar um choque elétrico que interrompe a atividade elétrica anormal de
um coração doente. A desfibrilação consiste no uso terapêutico da corrente
elétrica, administrada em grande intensidade e por períodos extremamente
breves. O choque desfibrilador despolariza, temporariamente, um coração que
esteja pulsando de modo irregular, permitindo assim que uma atividade de contração
mais coordenada se inicie. Não se pretende com esse processo parar o coração,
mas sim eliminar certos ritmos letais e possibilitar as condições para que o
coração retorne ao ritmo normal, espontaneamente. Este processo é chamado
desfibrilação.
Atualmente, a maioria dos serviços de emergências, utiliza aparelhos
desfibriladores externos do tipo semi-automático chamados de DEAs. Eles são
relativamente simples de operar e o ensino do seu manuseio está lentamente
sendo incorporado nos cursos de formação e treinamentos de atualização do
pessoal da saúde e dos serviços de emergência.
Os DEA são programados para reconhecer um ritmo anormal do coração que requer
um choque, carregar e transmitir o choque (modelo automático) ou aconselhar ao
usuário (socorrrista) o acionamento do dispositivo que transmite o choque
(modelo semi-automático). As limitações do equipamento estão mais
relacionadas aos tipos de problemas cardíacos do que às dificuldades de
manuseio.
COMO
OPERAR UM DEA:
Basicamente, os aparelhos desfibriladores externos automáticos podem ser
operados a partir de quatro medidas simples:
1. Posicionar o aparelho ao lado do paciente e ligá-lo;
2. Conectar os eletrodos autocolantes no tórax do paciente e depois no próprio
aparelho DEA;
3. Aguardar as orientações do DEA ou iniciar a análise do ritmo cardíaco;
4. Aplicar o choque caso seja indicado e seguro fazê-lo.
Obs.:
As várias marcas e modelos de DEAs apresentam algumas diferenças em suas
características e controles. Seus operadores devem estar habilitados para
compreender as variações de cada marca e modelo para os quatro medidas básicas
a serem tomadas.
A
EXPERIÊNCIA DO CORPO DE BOMBEIROS DE SANTA CATARINA
O efetivo do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina
(CBPMSC) teve seu primeiro contato com aparelhos desfibriladores em agosto de
1996, quando um grupo de 15 oficiais alunos do Curso de Especialização de
Bombeiros para Oficiais, acompanhados pelo oficial coordenador do curso (Maj PM
Marcos de Oliveira) e o comandante do CBPMSC (Cel PM Milton Antônio Lazzaris),
realizaram um treinamento de RCP com Desfibrilação Automática no Departamento
de Bombeiros de Metro Dade (Metropolitam Dade County Fire and Rescue Departament),
na Flórida/EUA, com o instrutor paramédico Eddy Ballester, EMT-P.
Em agosto de 1999, apoiado pelo Projeto de Requalificação Profissional dos
Trabalhadores do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de Santa
Catarina , o CBPMSC iniciou um Programa de Ressuscitação Cardiopulmonar,
baseado no Programa Educativo Profissional da Associação Americana do Coração
(American Heart Association). Este Programa viabilizou a realização de 10
Cursos de Ressuscitação Cardiopulmonar, nas cidades de Florianópolis,
Blumenau, Brusque, Chapecó, Criciúma, Herval D'Oeste, Lages e São Bento do
Sul, no período de agosto à dezembro de 1999, para turmas de 20 participantes
e com uma carga horária de 40 horas/aulas.
A partir de novembro de 1999, o Dr. Wilson Pacheco passou oficialmente a
responder pela Direção Médica do Serviço de Atendimento Pré-Hospitalar do
Corpo de Bombeiros da PMSC.
No ano seguinte, o Programa de Ressuscitação Cardiopulmonar do CBPMSC realizou
mais 3 Cursos de Ressuscitação Cardiopulmonar, agora nas cidades de
Curitibanos, Rio do Sul e Rio Negrinho, no período de outubro a novembro de
2000.
O Corpo de Bombeiros da cidade de Brusque foi a primeira Organização de
Bombeiro Militar (OBM) a adquirir e a utilizar um desfibrilador externo automático
(DEA) em Santa Catarina. Em 01 de junho de 1999, o efetivo do Serviço de
Atendimento Pré-Hospitalar foi reunido na sala de aula da OBM para participar
de um treinamento sobre RCP com Desfibrilação Automática, capacitação
ministrada pelos Tenentes PM João Batista Cordeiro Junior (Comandante do CB de
Brusque) e César de Assumpção Nunes (Comandante do CB de Balneário Camboriú),
com um equipamento DEA Lifepak 500 Trainning.
Pelas 2130h do mesmo dia, logo após findar o intensivo treinamento, o soar do
alarme no quartel pôs em alerta a guarnição da viatura Auto Socorro de Urgência
- ASU/33 (veículo tipo ambulância destinado à prestação de suporte básico
de vida e tripulado por três bombeiros militares socorristas), que foi acionada
para atender uma emergência médica, no Asilo "Casa Dilone", situado
à Avenida Getúlio Vargas, 140, região central da cidade de Brusque.
Imediatamente, a guarnição BM, composta pelos soldados Siqueira (motorista) e
Gonçalves (socorrista) e pelo Tenente João Batista (comandante da Gu),
respondeu ao chamado urgente. No local, a guarnição encontrou uma senhora de
aproximadamente 70 anos, em parada cardíaca. Sem demora, foram realizados os
procedimentos de ressuscitação e após o uso de dois choques desfibriladores,
a vítima restabeleceu sua respiração e pulso e foi transportada para o
Hospital de Azambuja. Infelizmente, passadas algumas horas, devido a uma grave
cardiopatia, a vítima voltou a apresentar problemas e acabou falecendo.
À partir deste evento, os integrantes do Corpo de Bombeiros da cidade de
Brusque nunca mais deixaram de utilizar aparelhos DEA em suas unidades de
socorro e passaram a ser um exemplo para o resto do Estado.
No período de 27 de junho a 02 de julho do ano de 2000, o Corpo de Bombeiros da
PMSC realizou nas dependências do Centrosul Eventos, na cidade de Florianópolis/Santa
Catarina, o IV Seminário Nacional de Bombeiros (IV SENABOM). Durante o evento,
motivados pela boa experiência de Brusque, os Tenentes PM João Batista
Cordeiro Junior e César de Assumpção Nunes, apresentaram, às 17h30min do dia
30 de junho, uma mini conferência sobre o tema "Ressuscitação
Cardiopulmonar com Desfibrilação Externa Automática no Corpo de Bombeiros de
Santa Catarina", fato este que serviu para divulgar ainda mais a nova
atividade e estimular sua ampliação para outras unidades de bombeiro no
Estado.
Em novembro de 2000, através de recursos do Plano Nacional de Segurança Pública,
a Polícia Militar de Santa Catarina, adquiriu e repassou ao CBPMSC cinco
desfibriladores externos, do tipo semi automático, marca Medtronic Physio
Control, modelo Lifepak 500, os quais foram destinados ao aparelhamento das
ambulâncias Auto Socorro de Urgência/Emergência - ASU, utilizadas pelo Serviço
de Atendimento Pré-Hospitalar da região da Grande Florianópolis.
Ainda neste ano, por sugestão dos instrutores de APH do CBPMSC, a lição n.º
6 do Curso de Formação de Socorristas em Atendimento Pré-Hospitalar - Básico
(versão em português), do Programa de Capacitação da OFDA/USAID (Agência de
Assistência a Desastres no Exterior do Governo dos EUA), referente ao tema
Ressuscitação Cardiopulmonar, foi oficialmente alterada e passou a abordar a
ressuscitação com desfibrilação automática.
Mais recentemente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia/SBC e a Fundação do
Coração/FUNCOR, através do Comitê Nacional de Ressuscitação/CNR,
qualificaram-se como únicos representantes da Associação Americana do Coração
(AHA) habilitados a oferecer, no Brasil, cursos de emergências cardíacas e
ressuscitação, bem como formar instrutores de acordo com os padrões exigidos
internacionalmente. Por este motivo, em julho de 2001, sete oficiais do Corpo de
Bombeiros de Santa Catarina realizaram no Instituto do Coração/InCor, na
cidade de São Paulo, um curso denominado Heartsaver - Basic Life Support (Salva
Corações - Suporte Básico de Vida ) que complementa o Curso BLS com DEA e
certifica seus participantes como instrutores.
Já em 2002, graças ao apoio da Diretoria Estadual de Defesa Civil de Santa
Catarina, foram adquiridos e doados a unidades de bombeiros do Estado, mais dez
aparelhos DEA, modelo Lifepak 500.
Fiel a sua missão de "Prover e manter a segurança pública de forma
participativa, prestando serviços profissionais e humanitários que garantam a
preservação da vida, do patrimônio e do meio ambiente, visando a melhoria da
qualidade de vida da população", o Corpo de Bombeiros da PMSC, instituição
criada no dia 26 de setembro de 1926, expandiu o uso de desfibriladores externos
automáticos para vinte e cinco cidades do Estado, a saber: Florianópolis, São
José, São Miguel do Oeste, Chapecó, São Bento do Sul, Balneário Camboriú,
Tubarão, Rio do Sul, Curitibanos, Lages, Canoinhas, Blumenau, Rio Negrinho,
Brusque, Itajaí, Criciúma, Porto União, São Joaquim, Araranguá, Orleans,
Mafra, Joinville, Concórdia, Indaial e Penha.
Faz-se necessário esclarecer que em cada uma destas cidades existe um
profissional médico voluntário, responsável pela supervisão do treinamento e
pelo emprego dos DEAs por parte dos bombeiros catarinenses.
No entanto, ainda estamos longe do ideal, sabemos que para vencer a guerra
contra a morte súbita por causas cardíacas, nossas organizações precisam
imediatamente se equipar com esses equipamentos de desfibrilação idealizados
para analisar os ritmos cardíacos e providenciar automaticamente a desfibrilação
em caso de fibrilação ou taquicardia ventricular, pois um rápido choque no
coração é o elo da corrente que provavelmente represente a maior chance de
sobrevivência numa emergência cardíaca.
E é para isso que estamos trabalhando, sem esquecer nosso lema "vida
alheia e riquezas a salvar!".
BIBLIOGRAFIA
1. AMERICAN HEART ASSOCIATION. Suporte Avançado de Vida em Cardiologia. 1999.
2. BERGERON, J. David e Bizjak, Gloria. Primeiros Socorros. São Paulo: Atheneu,
1999.
3. CURRENTS. Atualização em emergência cardiovascular. Diretrizes 2000 para
ressuscitação cardiopulmonar e assistência cardiovascular de emergência -
consenso científico internacional. Vol 1, n.º especial - Edição Brasil.
4. Curso de Formação de Socorristas em Atendimento Pré-Hospitalar - Básico.
Manual do Participante. Lição 06, versão em Português, 2000.
5. O'KEEFE, Michael F. et al. Emergency Care. 8th. Ed. New Jersey: BRADY, 1998.
6. OLIVEIRA, Marcos de. Fundamentos do Socorro Pré-Hospitalar. 3ª Ed. Chapecó:
Grifos, 1999.
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