COLETE DE IMOBILIZAÇÃO PARA RESGATE TIPO KED
FP 3100 / FP 3101


Tamanho adulto - REF.: 3100 (Modelo Simples) ou
REF.: FP 3100 C (Completo)
Comprimento: 82 cm / Cabeça: 43,5 cm / Pescoço: 21 cm / Cintura: 73 cm / Peso: 3,200 kg

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Tamanho infantil - REF.: FP 3101 (Modelo Simples)
Comprimento: 66 cm / Cabeça: 35 cm / Pescoço: 16 cm / Cintura: 60 cm / Peso: 1,600 kg

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1) INFORMAÇÕES SOBRE SEGURANÇA DO APARELHO

a) Imobilização incorreta do uso do C.I.R., pode causar ferimentos no resgatado.
b) Usar peças, substituição de cintos e demais, sem garantia da fábrica, poderá causar também, danos ao resgatado.
c) Os profissionais de resgate, bem como os médicos, terão de se proteger contra doenças transmissíveis pelo sangue, como: HIV, hepatites, etc.
d) O aparelho deverá ser usado com luvas e demais equipamentos necessários recomendado por médicos e profissionais da área.

2) ESPECIFICAÇÕES DO APARELHO (ADULTO)

Peso: 2,800 a 3,200 kg
Limite de peso do paciente: 120 kg
Comprimento: 82 cm
Largura: 82 cm
Largura enrolado: 24 cm
Espessura enrolado: 12 cm

2) ESPECIFICAÇÕES DO APARELHO (INFANTIL)

Peso: 1.400 a 1,600 kg
Limite de peso do paciente: 120 kg
Comprimento: 66 cm
Largura: 60 cm
Largura enrolado: 24 cm
Espessura enrolado: 12 cm

3) TREINAMENTO AO USUÁRIO

a) É necessário treinamento na área de resgate Civil ou Militar para o uso correto do C.I.R.
b) Necessária também, habilidade e força física para ajudar e socorrer o paciente (mínimo 02 ou 03 pessoas).
c) Sempre reciclar os conhecimentos e treinamento do C.I.R.

4) ANTES DO USO DO C.I.R

a) Usar somente por profissionais bem treinados e quando estiver em bom estado, limpo, desinfetado.
b) Usar outros componentes para quando for necessário transferir o paciente com segurança.

5) COMPONENTES FIXOS OU QUE PODEM ACOMPANHAR O C.I.R

a) Cintos para erguer o paciente;
b) Faixas para reajustes;
c) Tiras para fixar o peito;
d) Faixas para o peito;
e) Fecho para as cintas fixarem na perna;
f) Cintos para ajuste no peito e nas pernas;
g) Fechos do cinto para ajuste no peito;
h) Estojo com bolsas;
i) 01 par de cintos para testa e queixo;
j) Travesseiro com velcro para ajuste na cabeça (modelo completo);
k) Colchão com velcro para ajuste na coluna dorsal do paciente;
l) 01 Colar Cervical Resgate para imobilizar o paciente, antes da colocação do C.I.R (modelo completo)

6) NO USO DO C.I.R (RESGATE)

          Antes de imobilizar, é necessário verificar o tipo de paciente, bem como estado do mesmo.

a) SE FOR CRIANÇA (USO PEDIÁTRICO)
Usar o aparelho no tamanho certo (C.I.R. Pediátrico), ou se não o possuir, colocar cobertores ou toalhas no peito da criança, antes de apertar os cintos.

b) PACIENTES GRÁVIDAS
Deixe o abdômen da paciente exposto, devendo para isto dobrar 02 tiras (seções) na parte ao peito para dentro, evitando assim, aperto na gestante, na área do abdômen; posicione cuidadosamente o colete e aperte os cintos, colocando proteção para as gestantes (cobertores ou espuma).

c) PACIENTE CUJO PESCOÇO NÃO ESTEJA RETO
Dobre as tiras do colete, na altura da cabeça para dentro. Segure a cabeça do paciente ao C.I.R., com os cintos para a testa e o queixo ou outros cintos que possuam de reservas, bem como acolchoamento (travesseiro).

d) PARA SOCORRER PACIENTE COM QUADRIL FRATURADO
Vire o C.I.R. de cabeça para baixo (tiras para a cabeça em direção dos pés do socorrido). Centralize o C.I.R. em volta da cintura segure as tiras para o peito com os cintos para o mesmo. Use os outros cintos para testa e queixo, fixando-os.

7) USO DE ROUPAS E APARELHOS ESPECIAIS

a) Usando uma veste auto-choque não interfere e nem limita o uso do C.I.R., (calças anti-choque)
b) Para uso com Monitor Cardíaco. (Clique aqui e veja o manual de uso da roupa anti-choque)
Deixar o peito do paciente mais exposto, dobrando 02 ou mais tiras do aparelho para dentro. Solte os cintos cinzas da cor do aparelho e os amarelos para o processo.

8) INSTRUÇÕES APÓS O USO DO C.I.R

a) Limpe e seque o C.I.R antes de colocar em seu estojo (vide item 09).
b) Deixe o C.I.R. numa superfície plana com a parte dorsal para cima, dobrando os cintos do peito como sanfona e os prendedores com o fechos de ganchos e laço.
c) Nos cintos do peito, puxe 01 para os da frente e os prenda com uma tira, também enrolados no lado dorsal.
d) Dobre o C.I.R., começando pela tira do peito que tem os cintos do peito. O rolo ajustável para a cabeça e as tiras do queixo, devem ser após, limpas, enroladas separadamente. O ideal seria a substituição destas tiras por novas.

9) LIMPEZA DO C.I.R

          Apesar de ser confeccionado em tecido plastificado e com hastes de madeira naval envernizado, é necessário um cuidado ao limpá-lo.
          Pegar esponjas (usando luvas) com água morna, detergente e desinfetante hospitalar, passe no C.I.R., limpando-o cuidadosamente e ao mesmo tempo desinfetando.
          Deixe secar ao ar livre, mas não ao sol, antes de colocar no estojo. Não guarde úmido. A manutenção errônea, poderá prejudicar o colete, ocasionando problemas ao usuário.

DETALHES DE CONFECÇÃO:

           Confeccionados em tecido sintético verde e com hastes em madeira maciça, com uma camada de verniz. Possuem 05 cintos de segurança nas cores de padronização universal (amarelo, vermelho e verde). Suas fivelas são em 100% poliamida, nas cores brancas e pretas.
          Na parte superior, possui alça dupla em "V", mais uma alça extra para puxar o acidentado.
          Na parte inferior, alça dupla ou tripla em paralelo ou triangular, com a finalidade de puxar o acidentado mais facilmente.
         Acompanha ainda 01 jogo de tirante (02 peças) em tecido aderente ou neoprene (dependendo do modelo) para fixação na testa e queixo e, também 01 ou 02 almofadas (tipo travesseiros), para a fixação da cabeça, coluna ou barriga.
         Acondicionada em sacola do próprio tecido para guardar ou transportar mais facilmente.

10. MODO CORRETO DE USAR

Obs.: usar 02 ou mais socorristas


1.     É necessário um socorrista segurar a cabeça do acidentado bem firme, como indicado no desenho ao lado. Se estiver em outra posição, é necessário antes deste procedimento analisar a situação do acidentado para depois, bem devagar e firmemente colocar a cabeça nesta posição.
Obs.: o resgatista que segura a cabeça deverá sempre estar atrás da vítima.

Veja a colocação do colar cervical


2.   Mantendo a cabeça da acidentado nesta posição pelo primeiro socorrista, o segundo, pelo sistema de medidas de dedo (vide colocação dos colares cervicais) colocar o colar cervical na medida e tamanho correto, evitando qualquer movimento de rotação ou translação do pescoço mantendo o cervical imobilizada, após este procedimento, poder-se-á soltar a cabeça do acidentado.


3.  Em seguida, pegar o KED (Colete Imobilizador Cervical) e após soltar as tirantes, cintos, etc., colocar nas costas do paciente, na posição do desenho. Enquanto o segundo resgatista, manterá o acidentado em uma posição que permitirá e facilitará a colocação da parte de trás, entre as costas do paciente e o banco do veículo, ou outra parte em que estiver sentado. Portanto mantendo-o em posição correta.


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Após a colocação na parte de trás da cervical  acidentado, vai-se fechando a parte da cintura com o KED (Colete Imobilizador Cervical) para que o acidentado fique preso no aparelho, protegendo melhor a sua coluna cervical. Obs.:Sempre é necessário dois socorristas, pois o primeiro segura o paciente em uma posição e o segundo vai colocando o aparelho.


5. 
Em seguida, com o primeiro socorrista segurando o acidentado, o segundo vai passando os cintos, apertando e ajustando sem machucar o acidentado. Veja, o segundo socorrista mantém a vítima na mesma posição evitando que a mesma venha a se movimentar. Obs.: Vide procedimento para grávidas e crianças.


6.  Após os cintos estarem presos na cintura, o segundo socorrista e o outro passam os cintos pelas pernas do acidentado, prendendo os cintos, no local correto. Estes cintos além de terem cores diferentes (preto, vermelho, verde e amarelo) possuem fechos em preto e branco, para melhor orientação.


7.
Após os cintos serem passados pelas pernas, são também ajustados pelo aparelho ao corpo do acidentado firmemente, mas sem machucá-lo. Lembre-se: um socorrista segura o paciente, o outro faz todo o trabalho de colocação do aparelho.


8.  
Após os socorristas passam a prender a parte de cima do aparelho, a cabeça do acidentado. É colocado uma espécie de almofada que poderá ser dobrada ou não entre a parte das costas, pescoço e cabeça do acidentado, desprendendo a dobra, dependendo do tamanho da cabeça e peso da vítima. Coloca-se os tirantes (cintos) de testa e queixo presos ao acidentado e ao aparelho. Estes sempre possuem velcro, facilitando a sua colocação. Só assim os socorristas manterão a vítima imobilizada


9.  
Visualizado o acidentado pela parte lateral, verifica-se como ficará a vítima após a imobilização. A partir deste momento poderá ser retirado do veículo ou do local do acidente, sendo carregado por dois ou mais socorristas, dependendo do peso do acidentado. É usual também amarrar as mão e pés do acidentado por meio de fitas para evitar que este venha a forçar a retirada do aparelho.

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